Jesus Cristo foi e é o vulto da história que teve a maior influência sobre a humanidade.
A humanidade que viveu no período d.C de saída...
A sua vida e suas ações foram oficialmente relatadas e reconhecidas em 4 evangelhos aceitos por Constantino interessado em obter o apoio dos novos cristãos para fixar-se como imperador na cidade que passou a chamar-se Constantinópolis.
Todos os evangelhos, cujo número supera 80, foram escritos após a vida de Cristo na Terra.
E, como em todos os relatos de acontecimentos históricos são altamente contraditórios entre si.
Agora estão surgindo evidências que um "novo evangelho" neste caso de Judas Iscariotes, descoberto no século 19 e decifrado por especialistas nos mais destacados centros universitários dedicados ao estudo da religião trazem uma grande novidade:
Iscariotes traiu Jesus a pedido dele. E ao fazer isto tornou o seu nome sinônimo de traição. Um discípulo que por 30 dinheiros beijou Jesus identificando-o como o subversivo a ser julgado pelos romanos e judeus.
Não tenho ideia do que exista ainda a mais neste evangelho revolucionário escrito com a mesma tinta usada em documentos autênticos da época. E por isto mesmo aceito como verdadeiro.
O que não sabemos é se o que Judas relata é verdade.
Imaginemos que um fato - a Segunda Guerra Mundial - passasse à história a partir de quatro ou cinco relatos sobre tudo o que aconteceu entre 1939 e 1945.
Só que as fontes consultadas seriam quatro jornais e apenas quatro jornais.
Não há dúvidas para mim que as quatro histórias seriam conflitantes - como de fato são conflitantes quaisquer quatro relatos sobre 6 anos da história.
São 6 anos recentes que tiveram influência sobre o mundo inteiro tal como está hoje.
Jesus, ao assumir a sua condição humana em paralelo com a sua condição divina, se surgisse hoje seria mais controverso que o foi há 2000 anos.
Não é de espantar que o acesso a novas pesquisas, a novas tecnologias, e a dedicação de novos pesquisadores tenham despertado tanto interesse sobre Jesus e seus tempos.
Todos estão descontruindo verdades milenares antes de - tal como Constantino - poderem estabelecer as novas verdades oficiais.
Não deverá haver uma nova verdade oficial, mas as novas verdades pesquisadas nestes tempos nos tornarão mais sábios.
O que resulta de tantas inverdades repetidas ao longo da história é o que vivemos no nosso dia-a-dia. Hoje não existem mais verdades incontestáveis. É preciso - para a nossa clareza filosófica - que não vivamos e até morramos em defesa de falsidades. Este é o espaço para você derrubar estas falsidades.
terça-feira, 9 de abril de 2013
terça-feira, 2 de abril de 2013
A Nova Guiné tem muita coisa para nos fazer pensar... Como evoluir da Idade da Pedra, por exemplo...
Parece incrível, mas estes guineenses não estão "fantasiados" de povos primitivos. Esta é a sua indumentária festiva. São o melhor exemplo de um povo da Idade da Pedra diante de nossos olhos de hoje.
A Nova Guiné fica pendurada acima da Austrália. É imensa e quando olhamos para o seu mapa logo somos tentados a dizer que se descolou da Austrália em algum momento há alguns milhões de anos.
A Nova Guiné, um pouco menor do que a Groenlândia, é a segunda maior ilha do mundo.
Tem uma população de uns 7 milhões de nativos que falam umas 700 línguas diferentes e são de acordo com os antropólogos o mais perfeito exemplo de um povo da Idade da Pedra que pode ser examinado ao vivo e a cores, sem muitas dúvidas.
O fascinsante nos guineenses é que ao longo de quase um milhão de anos não evoluiram como os demais povos do mundo.
Continuam exatamenre como eram, como foram e como continuariam a ser assim se o mundo exterior não os tivesse descoberto.
As terras são luxuriantes, florestas magníficas, rios caudalosos, aldeias pequenas, clima ameno perto dos 20 graus.O único inconveniente são os vulcões - muitos - de que é preciso abrigar-se quando lançam lavas.
O fato é que ao longo de milhares de anos o povo da Nova Guiné viveu no paraíso.
Não tiveram de enfrentar grandes desafios para viver, e seriam idiotas se fossem inventar desafios não manifestados pela natureza.
Mas, sem esta luta não se tem o que chamamos de civilização.
O incrível é que se você pegar um barco e descer qualquer rio é quase certo que a língua falada em cada aldeia vá mudando e se tornando imcompreensível para as tribos rio acima.
Os guineenses não ligam e talvez isto só seja superado quando ao usar painéis solares puderem ouvir rádio ou assistir televisão em inglês daqui em diante.
Será uma pena?
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